Aromatherapie for dummies part 3

Os Aromas

Para que a mucosa olfativa seja impressionada adequadamente, a substância odorante deve ser volátil a tal ponto que suas moléculas se desprendam e sejam carregadas para dentro das narinas pela corrente de ar. Além disso, a humidade da mucosa nasal precisa manter-se dentro de determinados limites.
O aroma é uma mistura de duas sensações: a sensação de sabor e a de odor. Para uma molécula provocar um determinado odor ou um determinado aroma, ela deve estimular os quimioreceptores presentes no nariz. Os quimioreceptores são tanto estimulados por aromatizantes como por odorantes e encontram-se numa parte do nariz chamada epitélio olfativo. As moléculas deverão ser voláteis por forma a que consigam atingir o epitélio olfativo e também devem ser solúveis no muco que reveste a região olfativa do nariz; também deverão conter uma parte lipossoluvel. Mas mesmo assim não é condição exclusiva para que as moléculas produzam odor, ainda não se sabe.
Sabe-se também que na teoria estereoquímica os odores foram todos classificados em sete categorias: canfórico, almiscarado, floral, de hortelã, etérico, penetrante e pútrido.
As famílias bioquímicas mais encontradas são: os álcoois, as cetonas, os aldeídos terpénicos, os ésteres, os éteres, os terpenos, os óxidos.
Os alcoóis incluem os fenóis e os sesquiterpenos. São excelentes anti bactericidas com um largo espectro de acção, óptimos viricidas e fungicidas, notáveis anti-parasitários cutâneos e intestinais, estimulantes da imunidade e moléculas positivas. Os fenóis utilizados em doses elevadas e por um período longo podem apresentar alguma toxidade hepática.

O uso da aromaterapia

Dentro da comunidade científica ainda existem algumas dúvidas, pois nem todas as teorias são unânimes sobre a forma como as células se comportam com as moléculas dos aromas. Pode-se então concluir que os aromas têm propriedades específicas para que sejam identificadas pelas células olfativas receptoras, para que depois sejam transformadas em impulso eléctrico para que o cérebro o descodifique e memorize.
Portanto, a identificação de um aroma está intimamente ligada à história de vida de cada um. As nossas percepções quanto aos cheiros são diferentes, cada pessoa estabelece uma relação própria com o aroma que sente, criam-se memórias e isso dá-se em função das suas experiências anteriores envolvendo aquele cheiro específico. Podemos dizer que, muito do que definimos como aroma é também memória afectiva. A nossa memória olfativa será tão extensa quanto a diversidade de cheiros que sentirmos ao longo da vida.
Melhor ainda, os aromas específicos de cada molécula de óleo essencial vão estimular o nosso bolbo olfativo de variadíssimas formas terapêuticas, trabalhando no corpo como um todo.

 

Aconselho o uso tópico ou via difusor ou humidificador. Não recomendo o uso de queimadores.
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Para mais informações consultar este fantástico artigo:
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